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Quem guarda, tem

 Camiseta de Educação Física do Colégio Estadual  Quem guarda, tem. O nosso amigo Raimundo Carvalho, um dos filhos de seu Joãozinho Guarda, hoje economista aposentado pelo Banco Central e, atualmente, morando em Brasília, estudou nos anos sessenta no tradicional Colégio Estadual Osvaldo da Costa e Silva. À época havia uma das atividades e matérias de grande destaque, que era a aula de Educação Física, orientada e sob o comando de Abdoral Alves do Nascimento (o craque da camisa 9).  Naquele tempo você tinha que adquirir a blusa de educação física, o calção e o k-chute para praticar o esporte e frequentar de forma personal as aulas que eram praticadas na quadra do Colégio. Pelo que sabemos, somente o nosso amigo Raimundo conseguiu guarda o uniforme completo bem conservado (fotos) e nos presenteia esta pequena matéria para relembrar aqueles bons tempos
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Tempos de Natal

  Dácio Borges de Melo No início do mês de dezembro o clima mudava, o tempo mudava, no ar a expectativa pelo aniversário de Jesus!  As pessoas tornavam- se mais fraternas e mais alegres. E a meninada ansiosa pelas festas, bolos, bombons, refrigerantes, q-sucos supercoloridos, mas os brinquedos, ah os brinquedos! Eram o motivo maior da ansiedade.  Nossos sonhos giravam em torno da chegada do Papai Noel. O que será que ele vai trazer pra mim..... nas rodas de conversas todos falavam de suas preferências.......ah se ele me desse uma bola, daquelas boas que duram bastante.....eu queria um revolver de espoleta..... já eu queria uma caçamba, que aguenta carregar barro, areia e pedra.....eu me contento com uma havaiana amarela.  No dia 25 todo mundo acordava bem cedo e virava a cabeça por baixo da rede com o coração disparado de emoção pra ver a surpresa que Papai Noel deixara para nós! Fosse o que fosse, todos saiam a mostrar uns para os outros o que o bom velinho tinha no...

Cerimônia de encerramento dos Jogos Escolares de Jerumenha destaca avanços na educação, cultura e no esporte local

  A terceira edição dos Jogos Escolares Municipais de Jerumenha foi concluída na última sexta-feira, 29 de novembro de 2024, no Ginásio Poliesportivo Maria das Dores de Albuquerque. Realizado pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Educação, em parceria com a Secretaria de Cultura e as escolas municipais, o evento proporcionou uma semana marcada pela integração, aprendizado e celebração do esporte. Na solenidade de encerramento, a secretária de Educação, Jordânia Ferreira, destacou os avanços na educação municipal e aproveitou para justificar a ausência do prefeito  Júnior Nato , que cumpria outra agenda de trabalho. Jordânia também expressou sua gratidão aos professores, alunos e às equipes envolvidas no projeto. Já o secretário de Cultura,  José Roberto , ressaltou a importância da colaboração entre as secretarias de Educação e Cultura, enfatizando que ambas devem caminhar juntas para promover o desenvolvimento da comunidade. O presidente da Câmara Municipa...

De volta para o futuro

No moderno Flutuante   Recentemente, estivemos fazendo um retrô na velha e nova Floriano de nossos dias d´antes e depois, na  passagem do período do dia das mães. De São Luís, a nossa prima Cloris Borges de Melo nos proporcionando grande alegrias, depois de um bom tempo sem rever sua terra natal, amigos e parentes. E de Teresina eu e o nosso irmão Antonio de Melo Filho, o historiador da tantas e muitas jornadas familiares. Esses dois ou três dias que passamos juntos aos nossos familiares e amigos foram importantíssimos para deleite de todos. Esperamos que das próximas vezes, o nosso primo Dácio nos reserve uma boa surpresa e faça também o seu retrô.

Santo Dácio

  Por - Dácio Borges de Melo Floriano, inverno de 1955. Segundo narração de D. Inhá, minha mãe e vovó Serva. (Maria Serva de melo)  Numa certa madrugada fria, bateram à nossa porta o voluntariado e funcionários da prefeitura a procura de papai que também era um voluntário.   O Velho Monge começava a subir ameaçando a população ribeirinha.  O voluntariado tinha por missão fazer esse translado de todos os ribeirinhos, de suas casas até aos locais onde pudessem abrigados até o passamento do inverno. Geralmente eram colégios públicos, salões paroquiais, clubes ou outros espaços dependendo da dimensão do inverno. Depois de toda essa arrumação, corria o voluntariado em busca suprimentos, roupas, colchões e cobertores pra ajudar os desabrigados. Era um trabalhão! No correr dos dias, meses, ficavam todos a rezar esperançosos para que o Velho Monge recolhesse suas vastas e longas barbas ao leito natural do rio. E quando isto ocorria era outra agonia, as famílias corriam ...

Vovó Margarida

  Essa é a nossa querida vovó Margarida Batista de Sousa ( in memorian ), mas que se viva estivesse, já estariam completados seus 126 aninhos de vida. Suas belas filhas Maria de Lourdes, Doralice (ir memórian) e Maria do Carmo lhes deixaram inúmeros netos e bisnetos, que hoje estão estudando e trabalhando, vivendo bem com a graça divina. Margarida gostava de trabalhar, também, nas suas horas de folga, fazendo suas rendas, que lhe rendiam terapia e paciência, para levar a vida com muito amor e carinho junto aos que dela ladeavam. Ah, que saudades sentimos de vovó. Sua lição de vida ficou com a gente e é por isso que estamos buscando sempre o lado bom da vida para suportar o dia a dia do momento atual.

Antigo Mercado Público

  Aí está o antigo e velho Mercado Público Municipal na década de cinquenta, foto extraída de longe, mas que nos conforta, mostrando seus arredores do passado. Não sabemos os motivos de sua demolição, mas acreditamos que, à época, deveria se fazer um estudo para aproveitar esse prédio para um museu, escola para oficinas de música, literatura e pintura. Precisamos revitalizar o passado de nossa cidade, para manter o seu padrão e a sua beleza de antigamente. Foto: IBGE

Dispersão Poética

  Essas águas, poeta, são bentas; palco sagrado de tuas margaridas; e a saudade sempre vem quando a gente pensa.