Resenha nº. II – “GUARDA O ANÉL BEM GUARDADINHO” Brincadeira no Patamar da Igreja. *Pôr: Francisco Sobrinho Amorim de Araújo Ainda nos anos sessenta, o palco desta resenha continua sendo o patamar da Igreja de Santo Antonio. Período de férias antes de começar a noitada pra valer participava da reza do terço na Igreja e depois íamos jogar conversa fora no patamar. Ali, saía à programação da noite e para deixar o tempo correr tinha uma brincadeira muito boa, um pouco diferente do “meu lado direito está desocupado”, mas com o mesmo objetivo. Esta brincadeira chamava-se de “Guarda o anel bem guardadinho”. Constava do seguinte: pegava-se um anel, onde uma pessoa ia passando de mãos em mãos (o receptor ficava com as mãos juntas e fechadas), o passador colocava o anel nas palmas das mãos fechada e passava as suas mãos entre as mãos do receptor e dizia “guarde o anel bem guardadinho”. Só entregava a quem ele/ela queria, mas tinha que passar as mãos nas mãos de todos os que estavam na brincadei...
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