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Mostrando postagens de 2007

FELIZ ANO NOVO, JERUMENHA!

RECEITA DE ANO NOVO (Carlos Drummond de Andrade) Para você ganhar belíssimo Ano Novo... Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na Gaveta. Não precisa chorar de arrependimento pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. Um maravilhoso Ano Novo para você !

RETRATOS

O tempo passa, mas as recordações continuam a nos transportar para um mundo novo, vamos tentando compreender o passado. Éramos felizes mas não sabíamos. Esse é o Eulálio Jeusevalter de melo ( foto ), neto de Roberto Corró. O Eulálio é, assim, algo fantástico: prestativo, voluntarioso e nunca diz não aos amigos e à família. É difícil de compreender e encontrar essa força extraordinária que brota das pessoas de bem; em qualquer instante, no momento certo, ali está o nosso irmão a mostrar um novo caminho. Essas lembranças nos deixam cada vez mais alimentados e voltados para o futuro. Precisamos praticar o bem sem ver a quem. Os ensinamentos divinos nos congregam: " a melhor vingança é o perdão... " Podemos, com isto, salvar pessoas!

RETRATOS

O Baldeira aí, com as mãos no bolso, pousava para o futuro. Era tempo de convívio, assistir a missa de padre Pedro, bater fotografias na praça doutor Sebastião Martins. O Ubaldo é um exemplo de pessoa batalhadora, estudou no Odorico, Estadual e foi para São Luís e, hoje, vive em Teresina com a sua esposa Gorete e seus filhos Brener e João Marcelo. Em Floriano jogava bola, era piolho. Em Jerumenha, nas férias, vivia correndo pelos riachos e pelo sertão do São Camilo. Gosta de passar o carnaval com seus amigos em Floriano.

RETRATOS

Esse três por quatro mostra bem aquele tempo bom. Floriano e Jerumenha, duas cidades vizinhas e irmãs, de mãos dadas, para alegrar as nossas vidas. O Tibério aí precisava tirar esse retrato para renovar sua identidade, pois iria para o Rio de janeiro e dirigiu-se até o nosso amigo e fotógrafo Leuter Epaminondas para bater essa imagem do passado. Todos nós passamos por lá, cada qual tirando suas fotografias usando suas melhores becas. É por isso que recordamos esses tempos dantes, para alegrar a nossa vida.

RETRATOS

A Deusa ( foto ) também sempre foi uma pessoa simples, sorridente, humilde mas muito feliz. Morou com a gente um bom tempo e se dava com a gente. Pessoa prestativa e todos nós gostávamos dela. Aqueles anos setenta foram maravilhosos. Os vizinhos se confraternizavam nas calçadas, para um bom papo. Tudo isso faz com que a gente relembre dessas pessoas maravilhosas. É claro que o tempo passou, mas que ficou um bocado de coisas boas vividas, para o bem de nossas família, é claro.

RETRATOS

Danúnzio, piolho de bola, jogou bastante no velho campo dos artistas de Floriano: Botafogo de Gusto, Flamengo de Tiberinho, São Paulo de Carlos Sá, Santos de Cuia e sempre era convidado para participar de outros torneios. Na foto, nos anos cinqüenta, quando estava em traje todo invocado, tirando foto na praça doutor Sebastião Martins em Floriano. Danúnzio era uma grande figura. Essas passagens maravilhosas são uma fonte fértil para estarmos sempre saudosos mas felizes, porque a vida nos ensina muito, o aprendizado é constante e temos que ir superando as dificuldades, custe o que custar.

RETRATOS

Giancelia Batista Rego, nossa prima, filha de titia Doralice, formada em Nutrição e, atualmente, morando no Pará, desenvolvendo seu trabalho na área em que atua junto ao Governo do Estado. Giancelia, inteligente, estudou em Floriano, no Colégio Industrial e formou-se em Nutrição pela FUFPI e está sempre com bom humor, gosta de se divertir e curtir suas férias com a família. Momentos importantes, esses, que a gente vai lembrando, porque o tempo passa depressa e não podemos deixar de exaltar essas emoções.

RETRATOS

Essa é a Maria, nossa prima, que morou com a gente em Floriano nos anos sessenta; logo depois, foi morar no Rio de Janeiro com o pessoal de tio Benedito Batista. Trabalhou, também, no Rio Grande do Sul. Tempos depois, voltou ao Piauí, voltando a morar conosco, em Floriano, nos anos oitenta. Hoje, a Maria, gente finíssima, está aposentada, morando na Princesa do Sul com o apoio de tia Emília Batista. Os tempos passam, mas a gente sempre quer recordar. Pessoas simples, muitas vezes, nos surpreendem; portanto, exaltar esses momentos são de fundamental importância para todos nós, certo?

RETRATOS

A Flávia Alexandra ( foto ), quando era pequenina, filha da nossa prima Dalva ( filha da tia Adelina Batista ) e do Valdinar. Atualmente, a Flávia reside em São Paulo, casou-se e é formada em Direito. Danada, inteligente e muito bonita, a Flávia sempre foi uma menina extrovertida, comunicativa e muito carismática. Seus pais estão orgulhosos e felizes por essa passagem maravilhosa de sua bela filha. De repente, o tempo passou; hoje, já somos avôs, avós e tios, mas o bom da vida é isso: buscarmos sempre a harmonia familiar, mesmo com as adversidades que vivemos. É uma luta constante, essa busca da felicidade.

RETRATOS

Ah, como era agradável os tempos de antigamente, quando podíamos passear aos domingos de tarde pela praça, tirar retratos e tomar uma mirinda gelada. Vejam só aí na foto os irmãos Tibério e Danúnzio, netos de dona Margarida, na praça doutor Sebastião Martins, em Floriano, pousando para a felicidade. Os tempos eram outros. Agora, a realidade nos leva a um futuro incerto, mas ainda cheio de esperanças. Precisamos acreditar nisso e continuarmos a luta de ( re ) encontrar a felicidade.

FANFARRA III

TRIBUTOS AO TIBÉRIO MELO LÁ NA CIDADE MARAVILHOSA Pois bem, estávamos na véspera de um desfile de 1°. de maio, o colégio havia gasto uma boa cifra em vestimentas e alegorias para os carros, materiais e equipamentos para a banda e coisa e tal, quando estávamos treinando no período da tarde, sem a presença do professor Duzito e sob o comando de Nêgo Poncion, e quando subíamos a Rua José Messias, entrando em um beco que ia dar no Catumbi, o Chicão, que pesava uns duzentos quilos e era quem dava o comando para entrada das evoluções que fazíamos com os instrumentos, de repente começou a puxar um samba, e, daí pra frente, não sei como aconteceu, sei apenas que virou uma bagunça: as cornetas não se encontravam com o comando das caixas e vice-versa; paramos e resolvemos voltar para o Ginásio. Lá já estava nos esperando o Doutor Braulino. O Tibério Melo lá do Rio de Janeiro narrou ao Janclerques fatos que os meus neurônios já não recordavam, mas voltaram a reviver quando li a narrativa ( ver FA...

DANUNZIO II

Esse foi um dos momentos mais importantes da vida profissional de nosso irmão Danúnzio ( in memorian ), quando era procurador do Estado do Maranhão. Advogado, formado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão. Danúnzio saíra cedo do Piauí para São Luís do Maranhão, mas nunca esquecera suas origens em Floriano e Jerumenha. Na ilha do amor trabalhou com o Arsênio Pácífico e foi galgando seu espaço. Falecera muito jovem, no auge da carreira, com cinqüenta e um anos de idade, antes do combinado. Como dizem, “ a vida é uma vela acesa do meio do vento ”, portanto, vamos partir para o futuro.

JAVA VALERIA

Ah, essa é a nossa bela sobrinha Java Valéria, filha do Danúnzio com a dona Raimunda, que foi a primeira bisneta de dona Margarida Batista. Hoje, morando em são Luís, formada em Pedagogia, já casada e com dois filhinhos, a nossa prima se sente feliz, pois ainda tem muitos projetos pela frente. Que bom apresentarmos pessoas de bem. Acreditamos que a vida é assim, nos propocionando belos momentos que aqui exaltamos.

NO TEMPO DAS CALÇADAS

Como era bom e gostoso no tempo em que todos nós tínhamos tempo de ficar nas calçadas detardezinha, conversando, sorrindo e deliciando bolos apetitosos. Essa foto aí é dos anos cinqüenta, quando aí reuniam-se a vovó Serva, nossos pais, Maria de Lourdes e Antonio de Melo e os mucurebas Tibério, Djalma, Divaldo, Dácio e Ubaldo. Tempos que não voltam mais, mas que precisamos reviver exaltando esses retratos que a vida nos presenteou.

RAIMUNDO E UIARA

Este é o casal romântico dos anos oitenta. Raimundo Carvalho, filho de seu Joãozinho Guarda e de dona Adelaide, economista, trabalhando atualmente no Banco Central em Brasília e a nossa irmã Uiara Marize, neta de dona Margarida Batista. No momento estão passando férias em Floriano, com os filhos Rildo e Rodrigo. Já é tradição passarem o natal no Piauí, rever os parentes e os lugares de antigamente, matar a saudade, como se diz. Momentos de deleite, de recordações, de relembrar os bons tempos. Visitar Jerumenha, tirar umas fotografias sempre é um passatempo bom e de muitas felicidades.

FANFARRA II

O doutor Braulino Duque de França era uma figura impoluta, possuía uma personalidade muito forte e prestou bons serviços para a comunidade de Floriano como advogado, mestre-educador e administrador. Inicialmente no Ginásio Primeiro de Maio teve problemas, mais tarde no Ginásio Estadual Monsenhor Lindolfo Uchoa, depois Colégio Estadual “Monsenhor Lindolfo Uchoa, conseguiu formar uma das melhores equipes de educadores de Floriano daquela época (década de 60), senão vejamos alguns, entre muitos: o próprio Braulino, Padre Djalma, Conceição Carnib, Filó Soares, Eva Macedo, Ivonildes Castro, Teresa Chaib, Raimundinha Carvalho, Duzito, Abdoral e muitos outros, além de uma equipe de assessores competentíssimos que souberam elevar o nome do colégio. ... Com a sua equipe formada, o comando do colégio correndo às mil maravilhas. Teve inicio a criação da banda cabendo ao Prof. de Música Duzito, recrutar aqueles que tinham sensibilidade para uso dos primeiros instrumentos, com a participação do Dr....

LEMBRANÇAS

CACHORRO DOIDO Mesmo morando em Floriano, o gostoso na verdade era curtir as férias em Jerumenha na casa de vovó Margarida. Chegava o final de ano, aí, não, pegávamos o primeiro pau de arara e, preparados, estávamos voltados para o que desse e viesse. Certa vez, lembro-me bem, inventamos de tomar banho, ali, no riacho do Urubu, correr, jogar bola, caçar passarim, comer goiaba, jatobá, carnaúba, Maria preta e, até, pitomba. Diziam pra gente: “ cuidado com cachorro doido...” Vez por outra a gente via um vira lata passando, mas a gente se escondia; mas, outra vez, de verdade, eu gritei: - Cuidado, cambada,lá vem o cachorro doido!... A negrada, com o coração a mil, disparou na tubada, pulando a cerca da quinta do vovô Roberto, para depois cair na gargalhada, chupando manga fiapo.

GIANCARLO BATISTA REGO

Esse é o nosso primo Giancarlo Batista Rego, filho da tia Doralice e Rego e, também, neto de Roberto Corró e de dona Margarida. Estudou em Floriano, no Industrial, e logo se identificou com o trabalho, dedicando-se fielmente aos objetivos da rádio Irapuá. Casou-se jovem, com a professora Leuzenilza e desse belo casamento nasceram o Júnior e a Isabela, tesouros da família. Passaram algum tempo em Brasília, mas voltaram para a Princesa do Sul, onde veio dar continuidade ao trabalho da rádio. Na foto acima, o Giancarlo, provavelmente, aos três meses. Menino tímido mas astuto, inteligente e hoje segue em direção ao futuro de sua família, buscando a paz, o amor e a tranqüilidade divina.

MEUS 15 ANOS NO FLORIANO CLUBE

Esta foi a festa das debutantes realizada no nosso tradicional Floriano Clube no ano de 1971. Foi organizada pela nossa professora Ivanilde Castro e a nossa querida irmã, Lenka Elizabeth, era uma das jovens que debutaram naquela data. Na foto, observamos a Lenka dançando a valsa com o nosso irmão Ubaldo, bela imagem do baú extraída da inspiração de Leuter Epaminondas ( in memorian ). À época, fazia bastante sucesso esses acontecimentos sociais na cidade. Hoje, lamentavelmente, essas nossas tradicionais festas não ocorrem mais. As preferências, agora, são outras. Seria de suma importância se pudéssemos revitalizar esses bailes antigos, para que toda a nossa juventude volte a brilhar de felicidade como no passado.

UIARA MARIZE

A nossa querida irmã, Uiara Marize, outra neta de dona Margarida Batista e Roberto Corró, hoje, morando em Brasília, casada com o economista Raimundo Carvalho, filho de seu Joãozinho Guarda ( in memorian) e funcionário do Banco Central na Capital Federal. A Uiara, também, estudou em Floriano, estudou no Odorico, Primeiro de Maio e Estadual, terminando seus estudos e logo se casando na Igreja do Colégio Industrial São Francisco de Assis. Uiara e Raimundo são felizes, tiveram três filhos lindos, a Mariana ( advogada ), o Rildo ( Administração ) e o Rodrigo ( terminando o ensino médio ). A Uiara é de uma dedicação de dar inveja, luta todo santo dia para a felicidade dos filhos. Desejamos, sempre, que Deus esteja sempre protegendo nossas família e que todos possam dar tudo de si para cada vez mais irmos melhorando com a graça divina.

RETRATOS

Este retrato é de quando tínhamos terminado o quinto ano do primário no Colégio Odorico Castelo Branco, em Floriano, no ano de 1971 aos treze anos de idade. Havia, ainda, muita timidez, mas com o tempo fomos galgando um contexto de ternura e poesia. Dali fomos direto para o Colégio Estadual, em 1972, para o ginásio. À época, o diretor era o professor Josias Teixeira, que com a sua experiência deixava o pessoal bem entrosado e disciplinado para o andamento dos seus estudos. Essa jornada foi de grande valia, pois fomos educados por bons educadores, do tipo Abdoral na educação física, Ivanildes Castro na Geografia e o Altino em Desenho. O gostoso, ainda, era o tempo de sete de setembro, naquela preparação toda para os desfiles, com ensaios, gargalhadas e muita história para contar.

OS MENINOS DAS ESTRELINHAS

OS MENINOS DAS ESTRELINHAS Resenha de Chico Cangury ( para Tibério José de Melo ) O doutor Braulino, quando diretor do Estadual, em Floriano, inventara uma farda, tipo, contendo umas estrelinhas, que de certa forma, indicavam a série que o aluno estava cursando. Após um treinamento da BANDA, pois era a época do desfile de sete de setembro, todo dia havia os tradicionais ensaios pela manhã e à tarde. Tudo bem, até que em uma certa manhã, após o treino, o Chicão de dona Helena, comandara uma turma, juntamente com Antonio, Poncion dentre outros. Foram, então, para o Mercado que ficava em frente ao colégio. O certo é que quando eles estavam subindo os degraus, as verdureiras gritaram: - GENTE, pelo amor de Deus... Cuidaaaaaadoooooo!...Guarda tudo, pois os meninos das estrelinhas estão chegando. Foi um rebuliço danado. Resultado: demorou pouco tempo para a farda ser trocada por outra.

PASSARINHADAS

Eu estava passando umas férias na casa da vovó Margarida e a coisa que eu mais gostava de fazer era caçar passarinhos. Andava para cima e para baixo no riacho do Urubu e pelas beiras do Gurguéia. Com uma baladeira no pescoço e uma capanga na cintura fui atirar numas rolinhas debaixo de um pé de jatobá próximo à cacimba do riacho. Comecei a atirar várias vezes e nada de acertar. Na verdade, eu era fundo, só empolgação de criança. Nervoso, continuei tentando, atirando, mas que nada: foi quando o meu tio Moreira apareceu e, de repente, me pediu a atiradeira e só três pedras de piçarra, só precisou disso: pá, bufo no chão. A fogopagô caiu durinha. É claro que deu um fritinho de primeira, mas hoje, quando me lembro dessas nossas andanças, às vezes nos dá uma certa tristeza, mas a emoção ficara eternizada para lembrarmos sempre e fazer muita reflexão.

RETRATOS

Esse três por quatro, eu me lembro, tirei aí por volta do ano de 1971, ali, no antigo mercado velho, em Floriano, no famoso lambe – lambe da esquina da rua São Pedro com o cruzamento da praça Coronel Borges. Era a moda da jovem guarda, o cara tinha que tá cabeludo, na onda do iê – iê – iê e isso nos causava o maior frisson, impressionava as meninas. Nas tertúlias, então, a gente vestia as nossas melhores becas e íamos azarar os brotos : “era uma brasa, mora!...” Tempos bons, aqueles; éramos felizes e não sabíamos; hoje, infelizmente, os forrós tecnobregas tomam de conta do Nordeste, causando uma decadência terrível de nossa cultura.

PASSEIO

Eu estava com o meu irmão Danúnzio, dando uma volta em torno de Jerumenha, aproveitando um rápido feriado prolongado, quando decidimos reviver, revisitar alguns lugares para lembrarmos dos velhos tempos. Tomamos uma geladinha no bar de dona Menaíde, fomos visitar o nosso primo Dadá, ver o Poço Frio, o Barro Alto, o riacho do Urubu e vários caminhos que nos deixaram boas lembranças. Terrivelmente, tínhamos que voltar à tardinha, mas já sentindo a garganta entalada, tentando disfarçar a emoção. De volta a Floriano, ainda fomos ao cais do porto, no Flutuante, tomamos uma gelada e voltamos para a capital piauiense. Pelo menos, ainda temos tudo isso guardado em nossos corações.

FANFARRA

O Tibério, neto de Roberto Corró, conta que, certa vez, quando estudava no Estadual de Floriano, com o Chico Amorim Sobrinho, participavam da banda de fanfarra para as marchas das passeatas de 7 de Setembro. O nosso amigo Chico sempre sempre foi muito disciplinado, tanto que um dia a turma da banda não acertava sob a responsabilidade do professor Duzito; então, o Chico, aos berros, gritava: - Esses caras só fazem isto porque o doutor Braulino não está aqui... E quem estava atrás dele? O próprio doutor Braulino ( que foi diretor do Estadual ), que ficava inchado de orgulho, naturalmente. ... O CHICO NA FOTO É O QUE TÁ DE ÓCULOS ESCUROS

DANUNZIO

Vejam só o nosso irmão Danúnzio ( in memorian ) em 1968, em Floriano, com o cabelo todo invocado, daqueles tipos de quando disputávamos uma partida de futebol de poeira, por exemplo, jogávamos a cabeleira para trás com um rápido movimento de cabeça. Era para a gente se amostrar ou ficarmos fobando. Danúnzio, também, viveu bons momentos em Floriano, estudou no Odorico e no Estadual e, pouco tempo depois, com muita disposição, foi em busca de seus ideais em São Luís, Maranhão, a Ilha do Amor. Imediatamente, o nosso saudoso irmão apaixonou-se pela Ilha, começou a trabalhar com o Arsênio nas lojas Arpaso Pop, estudando à noite e, no tempo certo brilhou, passando logo no concurso vestibular para Direito na UFMA. Casou-se jovem com a estudante Raimunda, por quem apaixonara-se e, a partir daí, a luta foi grande, mas Danúnzio continuava firme, lutando e vencendo as adversidades. Logo vieram suas filhotas Java Valéria ( Pedagogia ), Liliane ( pedagogia ), Cecília ( Psicologia ) e Ana Cláudia ...

LENKA ELIZABETH

A família sempre será algo maravilhoso para mim, para nós e temos que dar continuidade a isso, buscando novos caminhos para os nossos filhos e netos, irmos trilhando os novos horizontes que a vida moderna nos oferece. A nossa querida irmãzinha, a Lenka Elizabeth Batista de Melo, viveu a sua infância em Floriano, estudando e fazendo boas amizades. Teve até a sua festa de debutantes realizada no Floriano Clube junto com outras amigas de época. Com o tempo a Lenka optou, também, pelo Rio de Janeiro, onde deu continuidade aos seus ideais. Atualmente, formada em contabilidade, exerce serviços autônomos na área imobiliária e se diz feliz com a profissão. Na foto acima, Lenka brinca na praça doutor Sebastião Martins, em Floriano, ainda nos anos cinqüenta, engatinhando para com a bela vida romântica que vivíamos.

PRIMEIRA COMUNHAO

Essa foi a primeira comunhão do nosso irmão mais novo, o Antonio de Melo Filho e do nosso primo Rosilson Trajano, realizada na cidade de Floriano na igreja matriz São Pedro de Alcântara no final da década de setenta. Esse momento de magia, paz e tranqüilidade era peculiar, onde a religião nos dava forças para seguir vencendo os obstáculos que a vida nos apresentava à época. É sempre bom estarmos vocacionados para com a vida religiosa. Rosilson, hoje, mora em São Paulo, trabalhando, casado com a Mida, tem uma filhinha e ainda tem muitos planos para continuar crescendo na vida; já o Antonio filho, nosso irmão, esse mora em Teresina, é professor de história da FUFPI, com mestrado e fazendo doutorado, casado com a contadora Simmonelly de Recife e tem o Guilherme, seu filho, que apronta todas, esperto que só.

TIBERIO

Vejam aí o nosso querido irmão, o Tibério José de Melo, em 1968, com os seus dezenove anos, se preparando para ir para o Rio de Janeiro para dar continuidade aos seus estudos e, também, trabalhar. Tibério sempre teve essa razão, esse espírito, essa vontade de vencer na vida no Rio de Janeiro, uma paixão profunda e que lhe rendeu bons frutos. Hoje, já aposentado, casado com a Zila, tem dois filhos – o Julião ( advogado ) e o Rafael ( publicitário ). Tibério de vez em quando vem nos ver e matar a saudade. É sempre bom ter a sua presença no seio familiar, pois nos dá força e segurança e nos proporciona buscar novos caminhos para irmos superando as adversidades.

DUDU

Mais uma foto do passado, do Dudu, nosso irmão ( Adalto de Jesus Melo ), um três por quatro tirado em Floriano no Epaminondas. Essas fotografias eram assim, tímidas, mas que, hoje, percebendo, nos transmite uma mensagem de paz e felicidade. O fato de estarmos resgatando essas relíquias do passado nos deixam mais tranqüilos, mas ainda saudosos. É claro que estamos sempre procurando postar esse tempo de glórias e de um passado que ficou registrado em nossa memória, quando falamos do romantismo que da década de sessenta. Precisamos, sempre, buscar esse lado bom e positivo da vida, para ir nos conduzindo rumo ao curso bom que ela nos propicia.

QUE PEDRO?

Esse é um três por quatro típico, tirado com o fotógrafo Leuter Epaminondas, em Floriano, nos anos setenta. No caso, o nosso irmão Antonio Filho faz pose pra sair bem no registro. Essas fotografias serviam para tirar carteira de estudante, INPS, colégio e, até, para enfeitar os álbuns de retrato. Lembramos que, certa vez, o nosso irmão Filinho ( foto ), o caçula da família, tinha recebido a tarefa de levar um recado de papai para o nosso tio Pedro Batista ( vulgo Pedro Furaca ), casado com a tia Elza ( irmã mais nova do vovô Roberto Corró ). Assim o Filinho fora dar esse recado, que era para saber se ele tinha trazido os pequis como tinha prometido a papai lá da Santa Teresa, onde morava o tio João Ciço. Só que Filinho não sabia bem quem era, não o conhecia direito, mas mesmo assim, fora. Chegando na casa da tia Elza, que estava sentada na porta com seus familiares, a nossa querida tia foi logo perguntando para o menino: - Tu anda atrás de quem, mesmo, menino! - Não, é que papai me man...

DONA LOURDES

Essa é a dona Lourdes, filha de seu Roberto Corro e de dona Margarida Batista, nos anos cinqüenta, ainda magrinha, segurando seu segundo filho, o Danúnzio, nosso irmão ( in memorian ), foto tirada no fundo do quintal de casa em Floriano. Temos saudades desses tempos e precisamos, sempre, relembrar esses bons tempos de outrora, para que possamos nos sentir mais fortalecidos no dia a dia e vencer as batalhas que a vida atual nos impõe. Estamos aqui buscando resgatar essa realidade de glórias que nos deixou com muitas saudades. A vida é bela; portanto, vamos resgatar aqueles velhos tempos, onde éramos felizes mas não sabíamos.

ESCOTISMO

Esse é o nosso irmão – UBALDO JOSÉ DE MELO, que na sua juventude participou de várias atividades em Floriano, mais um neto de Roberto Corró que gostava, também, de jogar um futebol de poeira pelos campinhos da Princesa. Sua melhor passagem foi pelo Clube de Regatas Brasil de Almeida no início da década de setenta, sendo campeão de vários torneios. Participou nos anos sessenta do escotismo na Princesa do Sul ( foto ) e da Semana do Esporte disputando provas pelo Colégio Estadual Osvaldo da Costa e Silva, ganhando várias medalhas em muitas competições, principalmente no futebol. O escotismo naquele tempo era mais romântico, havia diversas atividades de campo, onde os meninos aprendiam lições importantes para vencer o futuro que vinha pela frente. Hoje, a filosofia pregada é outra e os jovens estão mais voltado para os games e para as novas baladas da vida.

ANTONIO DE MELO FILHO

Esse é o Melim, o Antonio de Melo Filho, que na intimidade chamamos de Filinho, nosso irmão mais novo, o caçula. Estudou em Floriano, no Odorico, depois na Nornal e foi fazer o segundo grau no Industrial de Floriano. Formou-se em história na Federal, fez mestrado e está concluindo seu doutorado. Antonio já é professor da UFPI já algum tempo e coordena a área de pesquisa de História da Universidade Federal do Piauí. Na foto, o neto de Roberto Corro aparece aprendendo a andar de monareta na rua onde morava, em Floriano, a José Coriolano, quando tinha aí seus dez anos de idade. São momentos eternos que gostamos de lembrar.

TITIA DOCARMO

Titia Docarmo, também, é uma dessas pessoas que adora a vida, gosta da família e cuida bem de seus pupilos. Filha também do seu Roberto e dona Margarida, irmão de dona Loudes e da titia Doralice. Tia Docarmo, casada com o Zezinho Trajano ( in memorian ), sempre soube ser cuidadosa, vaidosa e maravilhosa. Somos todos apaixonados pelo seu caráter: leva a vida com postura firme e muita delicadeza no conduzir de sua maneira de cuidar dos filhos. Morando em Floriano, sempre gosta também de viajar, conversar e ajudar a todos. Está sempre olhando pra frente. A vida nos ensina bastante e sabemos que as adversidades serão vencidas como Jesus nos ensinou.

MAMÃE

Esta é a minha mãe, dona Maria de Lourdes Batista de melo, professora hoje aposentada, filha de Roberto Corro e de dona Margarida Batista, mulher inteligente, decidida e disposta para o trabalho e para a educação de seus filhos. A foto ao lado ainda é dos anos sessenta. Nessa época cuidava da Esolinha Humberto de Campos, que ocupava uma das salas do Ginásio Joana Leal e mantida com subsídios da prefeitura de Floriano. Hoje, conviver harmonicamente com a família junto com o seu melo, seu esposo, comerciário aposentado, mas que arrasta ainda um forró pé de serra em sua oito baixos. A vida aé assim: de repente, estamos todos nós, sempre, ainda sonhando.

PESCARIA NO GURGUÉIA

Estávamos tomando banho e pescando ali na beira do rio Gurguéia na altura da ponte de Gudalupe. Fazíamos um roteiro matinal até o São Camilo, buscando novas aventuras. Era, ainda, na década de setenta e conseguimos fazer alguns registros. Aí nessa região de Jerumenha ainda existem muitas vazantes, que deixam os moradores se segurando por lá. Quando chega a cheia do Gurguéia aí a coisa muda de figura: muita melancia, abóbora e a produção melhora. O mercado fica lotado e o agricultor bastante feliz.

REENCONTRO

Esse foi um reencontro realizado em Floriano, reunindo o pessoal da rua José Coriolano e uma turma de Jerumenha. Tinha o pessoal que morava em Brasília, Rio de Janeiro e Teresina, tipo: Tibério, Lenka, Maíza, Zé de Tila, Doca, Da Paz, Jesus, Helena, Chica, Joanita, Raimundo José, Wellington, Antonio dos Reis, Roberval, Raimundo Carvalho, Maria José dentre outros. Isso aconteceu lá pelos idos dos anos setenta, quando essa harmonia nos trazia grandes emoções. Muita música, comida e diversão. Esses reencontros são muitos bons e importantes, precisam acontecer mais, pois nos engrandece e percebemos que a vida tem que ser vivida intensamente. Vamos nos encontrar, sempre, certo?

MULHER RENDEIRA

Essa é a nossa querida vovó Margarida Batista de Sousa ( in memorian ), mas que se viva estivesse já estaria com os seus 100 aninhos de vida. Suas belas filhas Maria de Lourdes, Doralice e Maria do Carmo lhes deixaram inúmeros netos e bisnetos, que hoje estão estudando e trabalhando, vivendo bem com a graça divina. Margarida gostava de trabalhar, também, nas suas horas de folga, fazendo suas rendas, que lhe rendiam terapia e paciência, para levar a vida com muito amor e carinho junto aos que dela ladeavam. Ah, que saudades sentimos de vovó. Sua lição de vida ficou com a gente e é por isso que estamos buscando sempre o lado bom da vida para suportar o dia a dia do momento atual.

RIACHO DO URUBU

Estávamos visitando a nossa querida vovó Margarida, passando um final de semana, nos anos oitenta, quando fomos dar umas voltas pelos campos da cidade. Fomo ao Riacho do Urubu, onde passamos bons tempos quando meninos. Aí na foto vê-se o fundo da quinta da casa da vovó, onde essa cacimba resistiu por muito tempo. Tinha, também, o riacho, uma represa e um escorrega-bundas, onde tomávamos banho e passávamos o dia inteiro brincando. O que não faltava eram as frutas silvestres: carnaúba, jatobá, ingá, goiaba, maria preta, siriguela e outras. No final, uma boa refeição, um tatu ao molho das caçadas que os nossos tios Gualberto, Agostinho e o Moreira faziam.

DOMINGO EM JERUMENHA

Era um belo domingo de manhã de final de ano, quando o meu irmão Danúnzio ( in memorian ), resolvera fazer este último passeio à sua bela terra de infância, rever o pessoal e lugares de infância. Andamos para cima e para baixo, visitamos o Dada, conversamos com o Antonio João, Alonso e outros amigos. Tomamos um drinque no bar de dona Menaide e ficamos por ali, tirando umas fotografias. Ali pela matriz eu ainda consegui registrar esse momento deliciosos, para matar a saudade de nossa velha e querida Jerumenha.

SAO CAMILO

O nosso irmão Tibério ( hoje, morando no Rio de janeiro ), andou curtindo umas férias em Jerumenha, nos anos oitenta, para rever a vovó Margarida. Resolvemos dar um passeio até o São Camilo. Veio com a família e arriscou um passeio a cavalo pelos riachos da região. Os meninos ( Julião e Rafael, seus filhotes, adoraram e aprontaram nesse passeio ), não se cansavam brincando o tempo todo. É essa Jerumenha que está sempre em nossos corações. Esses passeios servem para nos sentirmos mais aliviados com as emoções. Estaremos, sempre que possível, retornando às nossas origens, visitando os lugares por onde vivemos.

AGOSTINHO & CIA

Aí está o nosso velho e querido irmão, Agostinho, ainda morando na velha Jerumenha, trabalhador de primeira e que ajudou bastante os seus pais de criação, nossos avós Roberto Corró e Margarida Batista. Desde cedo Agostinho aprendeu a lidar com a vida do campo, cuidando do gado, da roça e das caçadas. Com o tempo, muitas vezes, Agostinho saía para caçar junto com o Gualberto, o Moreira e os amigos Edmundo e Agostinho ( filhos do senhor João da Cruz ). Na volta, trazia de tudo: tatu, peba, lapau, cutia e estava garantido o nosso almoço. Mais tarde, Agostinho se casou com a dona Aparecida ( foto ) e tiveram vários filhos, já tem netos e vai levando a sua vidinha tranqüila em Jerumenha, com aquela mesma tranqüilidade de sempre. Qualquer dia desses vamos visitá-lo.

RETRATOS

Esses meninos sempre aprontando. Era, ainda, no tempo dos anos cinqüenta, quando os netos de seu Roberto Corro e de dona Margarida brincavam por entre os arvoredos da praça doutor Sebastião Martins em Floriano. Mas essa turma aí, também, gostava de andar pelo mato de Jerumenha, pelas florestas e pelos riachos, brincando em suas férias na casa de vovó Margarida. Observamos aí o Tibério, o Danúnzio, os nossos primos Djalma e Divaldo, morrendo de felicidade no passado. São momentos que precisamos, sempre, recordar para sermos felizes.

CASARIOS

Esses são alguns casarões do centro de Jerumenha, ainda preservando suas velhas características. Notamos a ausência de arvoredos, depois que derrubaram o velho casarão, onde funcionava mercado central da cidade. Andávamos por ali saltitando e observando os seus arredores, buscando identificar alguma poesia. Ainda nos emocionamos, quando retornamos à velha Jerumenha, reportando-nos aos bons tempos. É bom sempre voltar e sentir dores na canela, caminhar por aí registrando flagrantes de lugares e pessoas. A cidade ainda tem uma certa magia, uma calma de paz e tranqüilidade, mas é preciso ficar atentos às mudanças.

RECORDAÇÕES

Outra fotografia de nosso tempo, tipo amadora, do fundo dos quintais. A minha irmã Lenka ( da esquerda , hoje morando no Rio ) com a nossa prima Cecília ( de São Luís ), quando nada queríamos na vida: só brincar e se divertir. Aquele tempo era bom demais. Lembramos-me, inclusive, quando as meninas faziam as comidinhas e os meninos só se preparando para matar a fome. Havia, também, as brincadeiras de roda: chicote queimado, lacoxia, bombaquim, preso, quemente, se esconder, casamento chinês e historinhas de trancoso. Quem contava essas historinhas de trancoso era a dona Aniceta, na esquina da casa de tio Benedito Batista. Durante o dia ela vendia tempero verde pelas ruas de Floriano e quando não conseguia vender todo o seu estoque, guardava para o dia seguinte; de manhã cedinho, para molhar as folhas, dona Aniceta enchia a boca d´água e soprava no tempero: prrrrr...prrrr... prrr e saía novamente pelas ruas para vender seu produto. O tempo passou e, resgatando esses momentos, sentimos sau...

RETRATOS

Esses retratos de outrora nos deixam sentimentalmente nostálgicos, quando percebemos que a vida passou de repente. Vejam só a porta de nossa casa, em Floriano, mais precisamente na rua José Coriolano, 962, quando a vida passava tranquilamente feliz. Na foto, observamos a nossa mãe, Maria de Lourdes Batista de Melo, o Ubaldo e a nossa irmã Lenka ( hoje, morando no Rio de Janeiro ), documentando aquele momento hilário de nosso passado fantástico. Lembranças que nos vêm à tona num momento de pureza e saudade. A vida vai passando e as recordações são de um saudosista libertário, que de repente descobre que ainda sonha com um futuro de muitos reencontros.

SAO CAMILO

Estávamos a passeio pelo São Camilo, revisitando lugares d´outrora. O Tibério tinha vindo do Rio de Janeiro com a família para rever seus familiares. A tranqüilidade do lugar e as belas paisagens do sertão deixavam os meninos ( Julião e Rafael ) eufóricos, correndo para e para cá. Aproveitamos o máximo. Vovó Margarida tinha preparado um cozidão de peixe, um surubim delicioso com leite de coco. Uma delícia, pescado ali mesmo na beira do Gurguéia. Fora uma maravilha o passeio. A volta, de tardezinha, nos deixou um pouco saudosos, mas a expectativa de um retorno nos deixava ansioso para estarmos junto da família. Tempos agradáveis aqueles, que sentimos vontade de querer exalta-los e, necessariamente, eternizá-los.

BARRA DO LANÇA

Este é o nosso velho rio Gurguéia em meio ao verão que passa sorrateiramente. Um mistério absoluto, que nos fantasia o pensamento nesses sertões nordestinos. Os arvoredos nos fazem respirar com paixão. Esse é o trecho ( foto ) na altura da Barra do Lança do rio Gurguéia, esperando as chuvas de inverno. Passar por aí nos emociona em pensamentos belos. Os pomares e os coaxares do mato nos intrigam a imaginação. Tempo de caju. Lembramos que pulávamos as quintas para apanhar os cajuís doces e saborosos, até para tirar o gosto da saudosa pitu. Tempos que não voltam mais, mas que nos carregam para a poesia pura, soturna e libertária. Foto: Agamenon Pedrosa