Ah, que saudades que eu tenho daqueles campos, daquele sertão, das tardes quentes e das manhãs do riacho do Urubu. O Barro Alto, subindo, na altura do Bezerra; os cajús e os ingás e as goiabas gostosas; e a oficina de seu João da Cruz; são momentos de que recordo-me, lembrando dos quintais e das águas turvas do riacho; o sereno e os coaxares depois das chuvas madrigais. Aos domingos, a praça, a missa e o corre corre dos meninos na fila pelos algodões doces. É o tempo passando e na lembrança daqueles parques de diversões, do cinema e dos papagaios em suas alegorias a céu aberto. Ah, que saudades daquele tempo, é de não aguentar, correndo pelos riachos vendo o sertão serenar; ah, que vontade de voltar; só me lembro da vaca, do leite escaldado, do bezerro e do jumento Tatá; e aquelas expressões fascinantes daquele sorriso zombador, embalsamando-me em dores e sofrimento de amores mas sem dissabores.
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