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Mostrando postagens de maio, 2008

HISTÓRIA DE FAMÍLIA

FAMÍLIA MELO - E ASSIM TUDO COMEÇOU Pesquisa: Tibério Melo Seu Roberto Batista, Corró, fazendeiro, comerciante e autoridade do lugar Veados, hoje Artur Passos, no sertão piauiense, às margens do médio Parnaíba tinha 3 filhas, Maria de Lourdes, Doralice e Maria do Carmo, do casamento com Margarida, de pequena estatura, distinta e elegante senhora, aos padrões da época. Maria de Lourdes, a mais velha, precisando tratar dos dentes, eis que teve que se deslocar para a cidade de Floriano a montante do Rio Parnaiba. A partida foi um show no lugarejo quando a mocinha teve, aos 10 anos, que embarcar, num bote, com uma sombrinha de modo a se proteger dos raios do tórrido sol nordestino. Foi seu primeiro contato com aquela cidade que viria a ser o torrão de sua familia. Após o tratamento a garota retornou à casa dos pais com mil novidades para as suas irmãs Doralice e Docarmo, ainda de tenra idade, e amigas. Hospedara-se na casa do Sr. Vicente Roque, comerciante e grande amigo do Sr. Roberto Cor...

DE VOLTA PARA A SAUDADE

Nunca é tarde para relembrar. Estávamos a passeio, revendo os lugares da infância na velha Jerumenha. E resolvemos dar registro na antiga matriz de Santo Antonio, quando aí, no passado, corríamos pelos seus arredores nas novenas. Hoje, sentimos aliviados e energizados para voltar à rotina cheio de esperanças para o futuro que ainda teremos que viver.

POEMA DESCONHECIDO

( poema desconhecido guardado na memória e lembranças de Antonio de Melo Sobrinho ) Para onde o corpo não vai projeta-se o olhar Onde para o olhar prossegue o pensamento Assim, neste constante e eterno caminhar Ascendemos do pó momento por momento Além da atmosfera, além do firmamento Aonde os astros, os sóis não cessam de girar Há de certo ali mais vida e muito mais alento Do que nesta prisão mefítica e sem ar Pois bem, se não me dado um vigoroso adejo Subir, subir aos mundos em que não vejo Mas que um não sei o quê ainda hei de ver Quero despedaçar os elos da matéria Subir, subir pelo azul da vastidão etérea E ser o que só é quem já deixou de ser