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Mostrando postagens de fevereiro, 2007

RETRATOS

Esse time aí são os netos do Roberto Corró e é dos tempos em que não havia televisão em Floriano no ano de 1964. A família dos Melo, na expressão do nosso amigo Leuter Epaminondas, retrata seus queridos pimpolhos no caramanchão dos engraxates. Aí estão reunidos o Tibério ( hoje no Rio ), Danúnzio ( in memorian ), Ubaldo ( piolho de bola ), Lenka ( contadora ), Janclerques ( poeta ), Eulálio ( formação em turismo ), Uiara ( morando hoje em Brasília ), Merilan nos braços de dona Lourdes e seu Melo da antiga Casa Inglesa. Retratos que nos trazem boas lembranças de um tempo em que a vida era vivida intensamente.

DE VOLTA PARA A SAUDADE

JERUMENHA TERRA QUERIDA: SAUDADES II Colaboração: Francisco Sobrinho Amorim de Araújo As saudades continuam apertando e tudo vem à tona: sinto saudades dos amigos e das amigas, que fizeram histórias nos “Anos Dourados da Década de Sessenta”!. Mazé, Dinair, Isaura, Edith Rocha (in memorian), Didona, Amélia Maria, Edna, Isabel Fonseca (in memorian), Eunice Ferraz, Maria do Carmo, Maria Luiza, Analina, Pedrina, Maria Emilia, Milda, Graça Pitombeira, Maria Auxiliadora e muitas outras que o nome no momento não vem à tona mas que continuam bem vivas as imagens na minha mente. A juventude daquela época era sadia da mente, de amizades, de respeito e sinceridade. Hoje as coisas estão ficando cada vez mais difícil mas deixa, estamos recordando e quando isto acontece aumenta o viver com o alivio no nosso coração. Saudades, das pescarias no Rio Gurguéia, dos banhos no poço frio, no riacho do urubu, no pé de manga, este banho, na época poucas pessoas o conhecia e sua descoberta pela nossa turma foi...

A ARTE DE SERVIR

Danúnzio, neto de dona Margarida Batista, ex – centroavante do Flamengo de Tiberinho de Floriano nos anos sessenta ( na foto é o terceiro agachado em 1964, no campo dos artistas, quando jogava pelo São Paulo de Carlos Sá ), gostava de brincar, assim como todos nós na bela infância. Gostava de curtir suas férias na bela Jerumenha na casa de seus avós. Deixa que o nosso tio Benedito não gostava de travessuras dos meninos e se danava quando estava jogando baralho se algum traquina chegasse fazendo zoada. Era um Deus nos acuda. - Vão brincar pra lá, trancas! – gritava tio Benedito. O negócio é que, certo dia, houvera um incêndio no fundo do quintal da casa de tio Benedito. A essa altura, Danúnzio, feito doido, saiu em desabalada carreira para avisar o pessoal. - Chega, tá pegando fogo no quintal! – gritara Danúnzio, tentando chamar a atenção de todos que ali jogavam o seu três setes. Quando estes perceberam de que se tratava, realmente, de uma fogueira, correram todos para apagar as chamas...