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Mostrando postagens de 2020

Retratos de Jerumenha

Antes e Depois Antes e Depois Maria de Lourdes Batista de Melo FAMÍLIA MELO - E ASSIM TUDO COMEÇOU Pesquisa: Tibério Melo Seu Roberto Batista, Corró, fazendeiro, comerciante e autoridade do lugar Veados, hoje Artur Passos, no sertão piauiense, às margens do médio Parnaíba tinha 3 filhas, Maria de Lourdes, Doralice e Maria do Carmo, do casamento com Margarida, de pequena estatura, distinta e elegante senhora, aos padrões da época. Maria de Lourdes, a mais velha, precisando tratar dos dentes, eis que teve que se deslocar para a cidade de Floriano a montante do Rio Parnaiba. A partida foi um show no lugarejo quando a mocinha teve, aos 10 anos, que embarcar, num bote, com uma sombrinha de modo a se proteger dos raios do tórrido sol nordestino. Foi seu primeiro contato com aquela cidade que viria a ser o torrão de sua familia. Após o tratamento a garota retornou à casa dos pais com mil novidades para as suas irmãs Doralice e Docarmo, ainda de tenra idade, e amigas...
Apressa-te, poeta, pra o que ainda resta; ainda um pouco dessa quimera; mesmo que dure somente o (en) canto da Primavera.

Surto Poetico

Aquelas tuas calçadas, poeta, eram sublimes; pão diário e tua fortaleza; quando havia muita harmonia; e todos viviam felizes todo dia.

Dispersão Poética

Dispersão Poética  "De volta para o futuro" Aquelas manhãs nasciam convidativas, ali, pelos arredores do riacho do Urubu, mas antes havia o passeio pelo Barro Alto ( foto ), as passarinhada, passando pelo Poço Frio. Os arvoredos e o canto do passaredo nos envolvia riachos abaixo. À beira do Gurguéia, ensaiávamos umas taínhas em suas águas turvas, vendos os tiús caindo da velha faveira da beirinha. O tempo ia passando, o riacho cheio, escondendo os escorrega bundas. De repente, escutávamos  os borás do Moreira nos procurando, nos chamando para o almoço por ordem de nossa querida Margarida. A fome era tamanha, mas ainda atacávamos os pés de muta, maria preta, xixás e os ingás, para amenizar o bucho. O tempo passou, mas são pequenas recordações que nos fazem transportar ao mundo da inocência, onde a criançada se divertia sem medo na trajetória de nossos sertões queridos da velha Jerumenha.

Retratos de Floriano

Semana do Esporte Dentro do contexto romântico de nosso desporto, nada havia mais sagrado e competitivo do que aquelas evidentes comemorações do esporte em Floriano. Esse processo compartilhava e movimentava toda a comunidade estudantil como um todo à época. Tudo acontecia na cidade e todos se autovanglorizavam com os resultados disso tudo. Como bem observamos, na foto, o grande Rafael Ribeiro Gonçalves na linhade frente, organizando e orientando a rapaziada ao lado de Naila Bucar, que também prestava assistência ao desporto local. Os competidores, por sua vez, não se faziam de rogado. O grande São Benedito, como sempre, ganhava aquelas saudosas maratonas, competição que era bem acompanhada por toda a comuidade estudatil. Precisamos revitalizar essa hegemonia e desfraldar, novamente, todas as bandeiras da felicidade.

Dispersão Poética

O tempo passa, poeta; não tem jeito; mas eterniza esses traquejos; em teus sonhos e teus adejos.

Dispersão Poética

Essas tuas matas, poeta, são frutos; que a natureza generosamente brota em silencio; pelos teus sertões que te alucina, vagarosamente.

RETRATOS DE CARNAVAL

FOFÕES NA FOLIA Na Avenida Getúlio Vargas era um momento marcante, aguardado com alegria, as crianças principalmente amavam.   Maria da Conceição Nogueira - "Baia" (famosa costureira) esposa do "Professor VILMAR", lembrou dos momentos felizes e Histórico do bloco "Fofões na FOLIA".   - Baia, quem participou dos primeiros blocos de Fofões na avenida Getúlio Vargas?   - nosso inesquecível bloco Fofões na FOLIA, eram: Maricildes Costa, Adelzir Malheiros, Chica Pereira, Baia costureira e poucas pessoas sabem, no bloco tinha um homem.   - que novidade é essa Baia, tinha um homem?   - tinha.   - quem era?   - Carlos Pechincha   Caímos na gargalhada   Kiakaaaaa kiakaaaaa kiakaaaaa.   Bons tempos.   Colaboração: Cesar Sobrinho

Dispersão Poética

Ainda és, poeta, aquele velho pierrô; de todos os teus salões; e que tantos te abraçou; na intensidade pura de tuas doces ilusões.