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JERUMENHA, TERRA QUERIDA!

JERUMENHA, TERRA QUERIDA - SAUDADES ( Na foto ao lado, o nosso amigo Chico Amorim Sobrinho passeando sobre a Ponte do Rio Gurguéia em Jerumenha em fasefinal de construção nos anos sessenta) JERUMENHA, terra onde vivi boa parte da minha infância e da minha adolescência. Hoje, ao ver fotos no portal na internet do teu solo e da tua gente, fizeram com que desse uma pausa em minhas atividades para recordar-te, vejamos: Barro Alto: com bueiro, sem bueiro, com piçarra, com asfalto; Riacho do Urubu, com seus lajedos; Estradinha entre as marias-moles, dos casarões de seu João da Cruz e de seu Roberto Corró; fotos do Janclerques e do Moreira; Igreja de Santo Antonio com seus patamares. Isto tudo me fez viajar ao passado através da mente, buscando e revivendo muitas coisas boas e a saudade apertando, apertando e não a suportei, aqui estou diante do computador para externar aquilo que sinto no momento: “Oh!, Saudades, que aperta o coração da gente; Saudades distante que faz doer o í...

RETRATOS

Estávamos retornando à velha Jerumenha, reviver e mater contatos com velhos amigos, agora, no final de ano. O passeio foi formidável, revisitamos lugares da infância, rio Gurguéia, Riacho do Urubu, Poço Frio, Barro Alto, Banho do Bezerra, hoje, com uma nova paisagem. Mais tarde, fomos visitar a linda chácara do nosso primo Humberto, encontramos por lá gente finíssima, a Ana e o Moreira, onde saboreamos uma geladinha e um gostoso papo com a nossa amiga Graça Pitombeira ( educadora, mora no Rio de Janeiro ). Logo após, participamos de um almoço bem convidativo à base de comida típica da região. Jerumenha ainda nos proporciona bons momentos.

VISITA

Fizemos um retorno, agora, no período do reveillon a Jerumenha, revisitando lugares e amigos. Foi uma volta ao passado, onde conseguimos reviver alguns momentos de deleite e matando a saudade. Reencontramos a mesma tranquilidade, o mesmo silêncio e os mesmos coachares, deixando-nos poeticamente saudosos. Vamos retomar as nossas postagens, divulgando muitas imagens da Jerumenha de ontem, de hoje e do futuro.

RETRATOS

O momento atual de nosso futebol anda meio crítico e aí, no caso, temos que recorrer, relembrar do passado romântico do futebol de poeira de Floriano. Conseguimos encontrar esse time ( foto ) do Cori-Sabbá no ano de 1981, quando essa equipe conseguiar ganhar todas as taças que disputava. Podemos, então, citar aí os piolhos de bola Careca ( gerente à época ), o goleiro Pedrinho, o zagueiraço Moreira ( vindo de Jerumenha ), o famoso Mindinho ( comandava bem a zaga ), o Catuaba, Buema ( só jogava sorrindo, tirando graça com os adversários ) e Papagaio; abaixo, temos o Chiquinho ( corredor ), o volante Boião ( trombador ), Velho Zé ( jogava tranquilo ), Pedrinho II e o nosso amigo Sabará ( rasgava tudo ). O estádio Mário Bezerra era palco daquelas antigas competições do campeonato florianense, que tinha a crônica diária no rádio e no jornal locais através do curinga Pompéia, o poeta de nosso futebol ( in memorian ).

MATRIZ

A igreja matriz de Santo Antonio está localizada na praça central de Jerumenha. Nasceu junto com a cidade em 1740. Essa igreja, uma das edificações religiosas mais antigas do Piauí, é um templo jesuítico setecentista construído por padres da Companhia de Jesus. Ainda mantém características arquitetônicas primitivas e impõem-se na paisagem de forma simples e leve. Apresenta características da arquitetura jesuítica, com planta baixa em formato retangular, nave única, altar-mor e duas sacristias com capelas, frontispício limpo e frontão reto, com aberturas e vergas retas. Fonte: Galeria de Grupo Amigos do Patrimônio UFPI Passaportes de convidado permitem que você compartilhe suas fotos que não são públicas. Qualquer pessoa pode ver suas fotos públicas a qualquer momento, sendo membro do Flickr ou não. Mas! Se deseja compartilhar fotos marcadas como amigo...

RESENHA DE KANGURY

Sempre em nossas aventuras, o meu primo Francisco José Amorim, hoje Agente Fiscal da Receita Estadual em Floriano, acompanhava-nos, não era bom nadador, mas tinha sempre a companhia de uma câmara de ar para ajudá-lo a atravessar o Rio e tirava de letra, chegando na frente de todos. Certo dia, porém, ao atravessar o Parnaiba, em um local de grande correnteza, a borracha que tampava o pito da câmara soltou-se e Chico José tampou com uma mão e, para poder manter o equilíbrio, segurava a câmara com a outra mão e não tinha como remar para chegar à outra margem, pois usava as mãos como remo e as pernas para equilibrar o bote. Quando observei que ele estava com problemas, nadei apressadamente até onde estava, disse-lhe que ficasse tranqüilo e coloquei os dois pés dentro da câmara de ar, e saí puxando, utilizando o famoso nado de cachorro, que sempre usávamos quando estávamos cansados. Foi um sufoco danado, para levá-lo até à margem, cheguei nas últimas, já sendo ajudado por Chicolé e outros c...

CASAL VINTE

Esses são os nossos pais, quando de sua juventude - ANTONIO DE MELO SOBRINHO E MARIA DE LOURDES BATISTA DE MELO, onde casaram-se no final da década de quarenta. Dessa união, nasceram o Tibério, o Danúnzio ( in memorian ), o Ubaldo, a Lenka, o Janclerques, o Eulálio, a Uiara, o Adalto, a Merilan e o Antonio Filho. Eram outros tempos, maravilhosos, não havia televisão, só muito amor. Hoje, espalhados pelo Brasil afora, podemos dizer que apesar das dificuldades, todos estão batalhando e formando suas famílias.

PREFEITO DE JERUMENHA TOMA POSSE

O prefeito eleito no município de Jerumenha, Marcos Augusto da Rocha Carvalho, do PP tomou posse no último dia primeiro dentro de um clima calmo e ordeiro. Jerumenha tem agora uma nova administração, onde se espera muitas realizações em todos os setores produtivos da comunidade. Depois de enfrentar um processo de decadência muito difícil, a nova administração promete enfrentar os problemas de frente,com a ajuda da sociedade como um todo. O jovem prefeito deverá empreender parcerias com várias entidades para impulsionar as mudanças previstas para os próximos anos. Foto: http://www.portalappm.com.br

RETRATOS

Observamos, ao lado, o meu irmão, o Tibério, no Rio de Janeiro, com a nossa prima Dalva Noleto e sua filha, a advogada Flavia. Faziam um belo passeio pelos principais pontos turísticos do Rio, onde extrairam diversas tomadas para embelezar a nossa página. São momentos importantes da nossa vida, que precisamos registrar em nossas reminicências, certo?

ANTES E DEPOIS

Essa era a casa de vovó Margarida, antes e depois, ali, na altura do Barro Alto, hoje, todo asfaltado. Era com grande satisfação e alegria que quando criança passávamos as nossas férias naquele antigo casasão de nossos avós. Nas nossas visitas de hoje, sempre buscamos passar por ali tentando driblar as nossas emoções de uma passado que vivemos com grande galhardia.

RETRATOS

Casa onde residiam os Jesuítas na aurora dos belos anos cinquenta, quando a cidade se engajava numa tomada de decisão para viver o seu futuro. Havia uma simpatia, uma cultura para a religião e a educação, quando nossos jovens simpatizavam com um futuro melhor. Essa melodia romântica do passado nos conforta, por isso, é sempre bom revivermos esses tempos, compactuando com o tempo de agora, para a nossa salvação Foto: IBGE

MERCADO

Aí está o antigo e velho Mercado Público Municipal na década de cinquenta, foto extraída de longe, mas que nos conforta, mostrando seus arredores do passado. Não sabemos os motivos de sua demolição, mas acreditamos que, à época, deveria se fazer um estudo para aproveitar esse prédio para um museu, escola para oficinas de música, literatura e pintura. Precisamos revitalizar o passado de nossa cidade, para manter o seu padrão e a sua beleza de antigamente. Foto: IBGE

FONTE

Não sabemos, olhando a foto, onde seria essa fonte chamada de Cascata do Olho D´água na década de cinquenta. De qualquer forma, vale a pena divulgar o passado de jerumenha, onde ainda se conserva uma boa parte de seus casarões. Nas nossas próximas visitas faremos uma fotografia melhor desses tempos que se passaram, mas que ainda há traços para serem revitalizados, certo? Foto: IBGE

ESCOLA

Escola Paroquial na década de cinquenta, ali, ao lado da praça da matriz nos saudosos anos cinquenta. A educação local estava enjagada, prometendo um bom futuro para os nossos jovens estudantes. Os anos foram se passando e Jerumenha recebia e despachava seus jovens para sua formação cultural. Hoje, temos muitas pessoas boas espalhadas pelo Brasil a fora, que de vez em quando aparecem de volta para reviver os bons tempos de outrora. Foto: IBGE

MATRIZ

Igreja Matriz de Santo Antonio, na velha década de cinquenta, provavelmente, num domingo de muito sol. Era o tempo da fartura, da brejeirice e da expectativa em que vivíamos na esperança de um bom futuro. Na política, muitos nomes se destacavam e prometiam, fielmente, o melhor para a nossa cidade. Muitos casamentos aconteceram e Jerumenha deu uma guinada, uma melhorada, mas adoramos, ainda, a sua tranquilidade de agora. Foto: IBGE

PREFEITURA

Observamos e belo casarão da Prefeitura de Jerumenha, ainda mostrando toda a sua formosura e suas características originais. Essa tomada foi tirada nnos anos cinquenta, quando o fotógrafo teve a oportunidade de documentar tamanha originalidade. É, o tempo passou e, de repente, temos já até o asfalto na cidade, que fez aumentar a quentura da cidade. Achamos que o asfalto deveria ficar, mesmo, só nas estradas no escoamento da produção. O centro das cidades deveriam conservar a sua antiga pavimentação. É mais romântico. Foto: IBGE

RETRATOS

Tomada da enchente do rio Gurguéia do ano passado, ali no posto próximo ao riacho do Urubu. Local bom para pescar surubim e andar canoa abaixo. Quando a saudade bate, vamos tirando foto desses belos arvoredos. O tempo passa, mas vamos andando para rumo ao futuro, com a sensação de estarmos de bem com o nosso passado.

RETRATOS

Esse é o riacho do Urubu. Na época do inverno, nos anos sessenta, isso aí ficava uma beleza. Os coaxares do mato dava um tom musical. Costumávamos por aí brincar de tudo, até escrever nossos nomes nos lajeiros. Por aí seu João da Cruz curtia os couros para fazer seu artesanato. Hoje, só temos lembranças boas dessa época. Era uma loucura!

RETRATOS

Outra tomada do rio Gurguéa no antigo posto onde tomávamos banho, pescávamos e atravessávamos a nado. Era perigoso, mas gostávamos de andar por aí, caçar passarim e pegar pitomba, goiaba e outras frutas para matar a fome. Depois de tomar um banho, já meio dia, voltávamos para apreciar uma galinha caipira que só a vovó sabia preparar..

RETRATOS

Local que dá acesso ao riacho do Urubu e ao rio Gurguéia, por detrás da antiga casa de vovó Margarida. Costumávamos brincar por aí, correr, banhar no riacho e pescar no rio, atravessar o Gurguéia, muitas vezes até caminhando para ir ao São Camilo. Tempos bons que não voltam mais, mas que precisamos relembrar.