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Retratos de Floriano

Semana do Esporte Dentro do contexto romântico de nosso desporto, nada havia mais sagrado e competitivo do que aquelas evidentes comemorações do esporte em Floriano. Esse processo compartilhava e movimentava toda a comunidade estudantil como um todo à época. Tudo acontecia na cidade e todos se autovanglorizavam com os resultados disso tudo. Como bem observamos, na foto, o grande Rafael Ribeiro Gonçalves na linhade frente, organizando e orientando a rapaziada ao lado de Naila Bucar, que também prestava assistência ao desporto local. Os competidores, por sua vez, não se faziam de rogado. O grande São Benedito, como sempre, ganhava aquelas saudosas maratonas, competição que era bem acompanhada por toda a comuidade estudatil. Precisamos revitalizar essa hegemonia e desfraldar, novamente, todas as bandeiras da felicidade.

Dispersão Poética

O tempo passa, poeta; não tem jeito; mas eterniza esses traquejos; em teus sonhos e teus adejos.

Dispersão Poética

Essas tuas matas, poeta, são frutos; que a natureza generosamente brota em silencio; pelos teus sertões que te alucina, vagarosamente.

RETRATOS DE CARNAVAL

FOFÕES NA FOLIA Na Avenida Getúlio Vargas era um momento marcante, aguardado com alegria, as crianças principalmente amavam.   Maria da Conceição Nogueira - "Baia" (famosa costureira) esposa do "Professor VILMAR", lembrou dos momentos felizes e Histórico do bloco "Fofões na FOLIA".   - Baia, quem participou dos primeiros blocos de Fofões na avenida Getúlio Vargas?   - nosso inesquecível bloco Fofões na FOLIA, eram: Maricildes Costa, Adelzir Malheiros, Chica Pereira, Baia costureira e poucas pessoas sabem, no bloco tinha um homem.   - que novidade é essa Baia, tinha um homem?   - tinha.   - quem era?   - Carlos Pechincha   Caímos na gargalhada   Kiakaaaaa kiakaaaaa kiakaaaaa.   Bons tempos.   Colaboração: Cesar Sobrinho

Dispersão Poética

Ainda és, poeta, aquele velho pierrô; de todos os teus salões; e que tantos te abraçou; na intensidade pura de tuas doces ilusões.

Dispersão Poética

Travessias  (no prelo) Aguarda, poeta, o tempo silenciosamente; mas há gritos ecoando em teus adejos; sonhos insistentes na alquimia de teus desejos.

DISPERSÃO POETICA

Essas tuas matas, poeta, são buscas; mesmo que caudalosamente turvas; são teu alimento diário de tuas margaridas; de sonhos, angústias e sofrimentos.

Retratos de Jerumenha

Sentado à beira do Gurguéia

RETRATOS Aquelas manhãs nasciam convidativas, ali, pelos arredores do riacho do Urubu, mas antes havia o passeio pelo Barro Alto ( foto ), passando pelo Poço Frio. Os arvoredos e o canto do passaredo nos envolvia riachos abaixo. À beira do Gurguéia, ensaiávamos umas taínhas em suas águas turvas, vendos os tiús caindo da velha faveira da beirinha. O tempo ia passando, o riacho cheio, escondendo os escorrega bundas. De repente, escutamos os borás do Moreira nos procurando, nos chamando para o almoço por ordem de nossa querida Margarida. A fome era tamanha, mas ainda atacávamos os pés de muta, Maria preta e os ingás, para amenizar o bucho. O tempo passou, mas são pequenas recordações que nos fazem transportar ao mundo da inocência, onde a criançada se divertia sem medo na trajetória de nossos sertões queridos da velha Jerumenha.

Dispersão Poética

Há um silêncio, poeta, nessa curva temporal; nada é  virtual;  intensamente, ainda há  segredos e sonhos em tempo visceral.

Dispersão Poética

Esses corredores, poeta, ainda te povoa; na brisa doce do tempo; no silêncio soturno de teus incensos; carregados de sonhos e de tormentos.

Dispersão Poética

Riacho do Urubu Dispersão Poética Essas tuas águas, poeta, são bentas; pasto sagrado de tuas Margaridas; palco lírico de tua infância querida; que os anos, de sorte, te darão sempre guarida.

Crônicas e Travessias

Cuidado com o João Besta (?) João Besta O pequeno carnaubal aflorava naquela tardinha chuvosa na quinta de dona Maria Prisulina. O Pocinho, jorrando sua água cristalina pros meninos tomarem banho depois de uma pelada no campo da Galeria. As lavadeiras, com seus filhos pequenos, desatavam suas trouxas pra usar o melhor sabão da cidade, o Edubom. Ou era Edular? Era um corre corre de meninos exaltando suas traquinices numa gritadeira que se escutava a quilômetros de distância. Entre galhos de Marias Mole, adentrávamos, com baladeiras em punho,  nas moitas da quinta próximo à lagoa pra atirar nas rolinhas e lavadeiras que aninhavam-se ali. Foi quando percebi um João Besta se coçando no galho de uma goiabeira, talvez se preparando pra um novo acasalamento. Apontei a baladeira diretamente no passarinho com a melhor pedra de fogo que eu tinha na capanga. Na medida que aproximava mais o bichinho se aquietava. A cerca de um metro e meio, atirei e o João Besta (?) ...

Dispersão Poética

Essas veredas, poeta, são teu salvo conduto; tuas vinagreiras; doces lembranças, contudo; onde coaxa o passaredo de tuas ribeiras.

Dispersão Poética

Acalma-te, poeta, n'alma, essas dores de amores; sem traumas nem rancores; apenas deixa quietos, na vida, esses teus dissabores.

Clientes compram carro e presenteiam dono de bar em Floriano

Bar do Roberto Trajano O sonho do senhor Roberto, proprietário de um bar bastante frequentado em Floriano, era ter um carro modelo Fusca. Os clientes do estabelecimento, resolveram realizar o sonho do comerciante e criaram um grupo de WhatsApp para preparar a surpresa. 45 pessoas se reuniram e contribuíram para a aquisição do veículo ano 1978. O primeiro passo foi comprar o Fusca, depois uma reforma daqu,i uma pecinha dali, um retoque na pintura e para finalizar, a regularização da documentação. No total os clientes do Bar gastaram 5 mil reais no projeto. Os organizadores do grupo afirmam que o presente foi merecido já que o senhor Roberto passa o ano inteiro escutando os lamentos e problemas dos seus clientes. A entrega do presente aconteceu no último domingo (23) em clima festivo. Fonte florianonews.com

Visita Ilustre

Dispersão Poética

Passaradas Teus passos, poeta, são passaradas; de tuas doces madrugadas; a caminho do bem; em teus sonhos e paradas.

Surto Poético

SURTO POÉTICO Essas sombras, poeta, são mirantes; na fonte de teus horizontes; que acalma-te n'alma esses sonhos vibrantes.

Dispersão Poética

NO TEMPO DAS CALÇADAS Dácio Melo (Filho de Mestre Walter) Sintamo-nos à vontade, todos sentados em suas cadeiras nas calçadas conversando os mais variados assuntos. O véu da noite nos encobre mansamente.  No Tempo das Calçadas Na rua a meninada brinca animada as mais variadas rodas, chicote queimado, bombaquim dentre outras. Lá na calçada de seu Binidito Tibério, Djalma, Zulmirina, Gracinha, Danunzio, Tonho dos Reis e outros fazem outra roda de bate-papo.  Na porta D. Maria e seu Binidito conversa com algumas visitas. A Lua com sua luz dourada e romântica aquece o frescor da noite embebido pelo cheirinho gostoso do mato rasteiro da cerca de seu Joãozinho.  A noite avança mansamente, as brincadeiras se aqueitam de vagar, as mães zelosas dizem às crianças, já chega, vão todos se lavarem! Diante daquelas advertência, os vizinhos se dão conta do adiantado da hora.  Boa noite daqui, boa noite dali e vão ouvindo como repostas um, mas tá cedo Coma...