Esta é pra CHICO KANGURY - "PÉ EMBOLADO & "SE PEGA"!
A foto ao lado foi tirada nas águas do rio Gurguéia, em Jerumenha, quando essas "crianças" aprontavam, jogando bola.
Da esquerda para direita, observamos Chico kangury, Chico José, Antonio José do Dió e Firmino Pitombeira.
Chicolé conta em sua resenha no site FLORIANO EM DIA, que "após um treino, iam se refrescar nas águas do Rio Gurguéia na cidade de Jerumenha, acho até que ele nem lembra mais. Somos amigos desde a infância.
Pois bem, havíamos terminado de preparar um campinho que ficava perto de lá de casa, ali na Eurípides de Aguiar, próximo da casa do Sr. Geraldo Teles, pai do Zé Geraldo, do Carlos, do Nilson, era um time completo na casa dele na época e ao lado da casa do Joaquim José. Existia muito mato por lá, apesar de termos feito uma limpeza no capricho, muito carrapincho, mas restaram algumas raízes.
No Jogo de inauguração, eu estava jogando no mesmo time de nego kangury, parece-me que Junior do Sr. Antonio Sobrinho era o nosso goleiro (goleiro bom, mais novo do que a gente, arrojado e tinha uma elasticidade fora de série, às vezes ele chorava, a gente dava uma dura nele e ele fechava o angulo), sim, eu jogava de zagueiro central e saí da área com a bola dominada e gritei pro kangury: entra, compadre..., ele saiu feito um foguete, toquei a bola redondinha pra ele fazer o gol, do jeito que chegou na bola, meteu o pé embolado por baixo que levou bola e um punhado de raízes, chutando pra fora e caindo no chão segurando o pé. Aproximei-me dele e disse, se você tivesse chutado com calma tinha feito o gol. Ele respondeu: É... Ah se pega, tinha sido dentro, mestre.
O “se pega” ficou na história. E o melhor seria se se tivesse acertado mesmo, teria sido gol, tamanha a potência do chute. O nosso Denílson, só chutava com o peito do pé".
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Fonte - www.florianoemdia.com
A literatura de cordel foi motivo de uma atividade de um grupo de estudantes de Floriano que terminou esta semana. O trabalho que durou alguns meses teve a coordenação da professora de língua portuguesa, Luciana Neiva, que está na função de coordenadora da Casa da Leitura, um pequeno centro criado no Instituto Federal do Piauí, Campus Floriano. Uma turma do Proeja (Programa Educacional de Jovens e Adultos) do curso integrado ao médio foi a responsável pelo feito e realizou o trabalho com o objetivo de desenvolver inúmeras competências e habilidades com jovens e adultos voltadas a como escrever e conhecer o gênero textual, chamado Cordel, disse a professora. A atividade educacional teve ainda outro foco, disse ela, que foi estudar, ver com os alunos o gênero específico gramatical e ainda realizar pesquisas sobre os principais cordelistas do Brasil. Tudo o que foi desenvolvido pelos alunos com apoio dos professores acabou num momento descontraído com ap...

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