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IGREJA




Lembro-me, bem, que nos anos sessenta, quando era menino, costumava assistir as missas e andar pela praça com vontade de comer algodão doce. Eu estudava, à época, em Jerumenha e morava com a minha tia Doralice ( filha de Roberto Corró ), mas não saía da casa de minha avó Margarida.

Eu tinha hábito de sair com um antigo amigo meu, vizinho lá, pra caçar passarim, andar pelo Barro Alto, Poço Frio, Bezerra e tomar banho no riacho do Urubu, pescar no Gurguéia e escutar os coaxares do mato.

Tempos bons, que não voltam mais; hoje, olhando para trás, sentimos o quanto éramos felizes, mas não sabíamos disso; mas o negócio é que dava gosto de viver, realmente, a vida, como deve ser vivida, que infelizmente, hoje, a criançada é vidrada mais nos games e shoppings de consumo.

Fazer o quê!

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