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APARIÇAO


APARIÇÃO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO NA CIDADE DE JERUMENHA.

VERDADEIRO OU NÃO ?

HISTÓRICO – 2ª PARTE

( Leia relato de Antonio de Pádua Pitombeira ao colaborador e historiador Francisco Amorim, em Brasília no dia 9/9/2007 )

“Tudo aconteceu por volta de 17:30 hs a senhora F. encontrava-se fazendo caminhada na estrada que liga Jerumenha a Guadalupe após o marco onde está situada a Imagem de Santo Antonio – Padroeiro da Cidade, à uns 400 ms, em frente a propriedade de nome Cabeceira do Arroz, quando encontrou com um vaqueiro conhecido e conversaram no local, este pode testemunhar que a viu naquele horário e naquele lugar, sendo que quando o vaqueiro se afastou ela continuou a sua caminhada e a poucos metros ouviu um barulho como se uma árvore estivesse caindo e quebrando os galhos secos, ela parou e olhou para a direção do barulho e viu um luminoso em forma de uma bola formando uma circunferência e no centro da bola a imagem de nossa senhora, olhando para ela.

A mesma dirigiu-se até a cerca de arame e não teve medo, ficou chorando e sem entender o que estava acontecendo, apertava o arame com força e não sentia nada, lembra que naquela oportunidade saiu da sua boca a expressão: “Meu Deus, é nossa senhora que estou vendo, não é possível”. Permaneceu uns 6 a 7 minutos, angustiada, segurando o arame e olhando para a linda imagem, que estava embaixo de uma árvore, isto é, um pé de Jatobá, mais ou menos 1,00 m a 1,50m de altura do solo, levitando dentro da circunferência, ela saiu do local e a imagem permaneceu no mesmo local, olhando para ela.

Ao chegar em sua casa, não comentou nada com ninguém.No dia seguinte procurou o vigário da cidade e fez o relato do que aconteceu, inclusive foi até a igreja e procurou saber do padre o nome da Santa que estava no altar, e ele disse que era de Nossa Senhora da Conceição, no que ela afirmou para o padre que aquela foi a imagem que ela havia visto no dia anterior, o padre não acreditou na sua história e não deu a mínima atenção, assim como algumas pessoas da comunidade a quem também contou o seu relato, não acreditaram”.

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