Jerumenha, minha cidade, minha vida, minha saudade, quanto tempo não venho a ti; todos os lugares, por onde andei, sinto todos, a praça, o riacho do Urubu e o velho Gurguéia, onde costumava banhar e pescar.
A chuva que lembra seus sertões, omercado velho, a matriz, mas hoje o asfalto esquenta-te, ó querida Jerumenha dos passados meus e da minha musa inspiradora, quanta paixão.
Os coaxares me lembram das noites de chuva, dos gritos do Moreira e dos berros noite adentro; o café da vovó, o cuscuz e o bolo frito esquentando-me o corpo; o vovô preparando a vaca no curral para tirar o leite do café e o Agostinho fechando o curral.
Quando voltarei, ó Jerumenha, para rever-te os lares, as tuas flores e os teus cajueiros de lembranças passadas? Será minha eterna morada...
A chuva que lembra seus sertões, omercado velho, a matriz, mas hoje o asfalto esquenta-te, ó querida Jerumenha dos passados meus e da minha musa inspiradora, quanta paixão.
Os coaxares me lembram das noites de chuva, dos gritos do Moreira e dos berros noite adentro; o café da vovó, o cuscuz e o bolo frito esquentando-me o corpo; o vovô preparando a vaca no curral para tirar o leite do café e o Agostinho fechando o curral.
Quando voltarei, ó Jerumenha, para rever-te os lares, as tuas flores e os teus cajueiros de lembranças passadas? Será minha eterna morada...
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