O poeta observa, olha para os lugares verdejantes do São Camilo, o Gurguéia, em suas águas turvas, a levar-te as tuas lembranças de lágrimas; os coaxares, o canto dos pássaros e os borás exaltam tua noite que já vem chegando.
No quartinho da quitanda, balanço a rede a pensar na musa, que me vem em sonhos relicários, quanta saudade das manhãs, quando saíamos para passarinhar e deliciar com o fruto da goiabeira e dos ingás.
O tempo passou, mas ainda nos perturba essas lembranças que vai alimentando o nosso dia a dia. Aguardemos os próximos passeios, para encontrar os amigos e os lugares de outrora, que ainda virão para matar a nossa saudade.
Ai de ti, Jerumenha!
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